Pah já não há paciência para tanto alarido à volta da Pepa. Mas o que é que esta gente tem a ver com o que a Pepa quer ou deixa de querer? Eu também quero uma mala Chanel, e uns quantos Louboutin, e isto e aquilo. Todos temos os nossos desejos, uns mais realizáveis que outros, e ninguém tem nada a ver com isso. Não estou aqui para ser advogada do diabo, mas do meu ponto de vista quem esteve mal nesta história toda foi única e exclusivamente a Samsung, 1º por ter feito uma má selecção de imagens ou desleixo na informação e conteúdo e em 2º por ter retirado os vídeos da internet, assumindo assim culpa pelo trabalho desenvolvido.
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sábado, 12 de janeiro de 2013
sábado, 29 de dezembro de 2012
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Defeito de uso ou de fabrico
Eu sinceramente não sei se é defeito de uso ou de fabrico, mas que é defeito, é!
Tu não entendes o meu ponto de vista, nem tens como. Para o entenderes, tinhas que ouvi-lo, e nem a isso te dás ao trabalho. Achas mais interessante fazer monólogos! Se calhar porque te dá mais jeito, ou porque simplesmente é a única maneira que conheces para vencer uma batalha. Se calhar porque achas que agindo assim, também retiras margem de manobra para a tua consciência actuar. Seja qual for a razão, acabas sempre por te esquecer de algo de extrema importância, esqueceste de jogar com as regras do jogo. Eu sempre te disse que a vida é como um jogo, em que ou jogas com as regras dele, ou estás fora de jogo, sempre te disse também que dentro deste "jogo da vida", tens vários mini-jogos. Mas continuo sem entender...tens acesso a todas as regras e mesmo assim continuas a agir como se fosse tudo uma anarquia. Continuas a perder pontos nos mini-jogos, todas as vezes em que entras nos monólogos, e sem te aperceberes vais acabar por perder o "jogo da vida". Tu foste ensinado da maneira menos correcta. Ensinaram-te a construir casas pelo telhado e não pelos alicerces; tu não tens em ti incutido o valor dos pequenos pormenores. Até os diamantes, que são diamantes, são tão grandes quanto pequenos!
À medida que o tempo vai passando, à medida que os monólogos se vão fortificando, outras coisas se vão transformando, e ao contrário do que julgas, essa transformação não tem que ser necessariamente visível. E é precisamente neste instante, que começas a perder pontos, é neste instante que me começas a perder e que começa a doer cada vez menos!
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Tu não entendes o meu ponto de vista, nem tens como. Para o entenderes, tinhas que ouvi-lo, e nem a isso te dás ao trabalho. Achas mais interessante fazer monólogos! Se calhar porque te dá mais jeito, ou porque simplesmente é a única maneira que conheces para vencer uma batalha. Se calhar porque achas que agindo assim, também retiras margem de manobra para a tua consciência actuar. Seja qual for a razão, acabas sempre por te esquecer de algo de extrema importância, esqueceste de jogar com as regras do jogo. Eu sempre te disse que a vida é como um jogo, em que ou jogas com as regras dele, ou estás fora de jogo, sempre te disse também que dentro deste "jogo da vida", tens vários mini-jogos. Mas continuo sem entender...tens acesso a todas as regras e mesmo assim continuas a agir como se fosse tudo uma anarquia. Continuas a perder pontos nos mini-jogos, todas as vezes em que entras nos monólogos, e sem te aperceberes vais acabar por perder o "jogo da vida". Tu foste ensinado da maneira menos correcta. Ensinaram-te a construir casas pelo telhado e não pelos alicerces; tu não tens em ti incutido o valor dos pequenos pormenores. Até os diamantes, que são diamantes, são tão grandes quanto pequenos!
À medida que o tempo vai passando, à medida que os monólogos se vão fortificando, outras coisas se vão transformando, e ao contrário do que julgas, essa transformação não tem que ser necessariamente visível. E é precisamente neste instante, que começas a perder pontos, é neste instante que me começas a perder e que começa a doer cada vez menos!
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Amor, com amor se paga
Algumas pessoas, não percebem o que quer isto dizer. Algumas pessoas apenas sabem dizer "não faças aos outros o que não queres que te façam a ti", e esquecem-se de uma máxima de extrema importância e que anda sempre de mão dada à outra "admite que te façam, aquilo que fazes aos outros". Mas as pessoas não se lembram disto, não lhes dá jeito, não é conveniente!
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sexta-feira, 7 de setembro de 2012
As gajas desta/da vida
Antes de mais digo gajas pois para mim existem mulheres e gajas. Dentro do conceito de mulher temos muita coisa, desde mulheres, Mulheres, senhoras, Senhoras, meninas e etc., mas nunca gajas. Não, as gajas estão noutro patamar.As gajas são aquele tipo de ser humano do sexo feminino, que eu, na minha ingenuidade não sabia que existia. As gajas são nem mais nem menos aquelas que comportam-se, vestem-se, etc., como verdadeiras putas (upss...). São as gajas desta vida, vistas por todos (ainda que secretamente) como gajas da vida.
O que mais me incomoda nestes seres nem é serem umas porcas, sem senso nenhum de estética, visto que não conseguem perceber como é que uma mulher pode parar o trânsito estando totalmente vestida, mas enfim...o que me incomoda mesmo nestes seres é a falta de moral.
Estes seres humanos acham-se "muita boas", o último modelo Ferrari que saiu para o mercado. Quando compram roupa, escolhem sempre dois números abaixo do seu tamanho, e claro os modelitos que mostrem mais mamas, mais pernas, mais tudo, independentemente de lhes ficar bem ou não, porque afinal o importante é só mostrar o que a roupa quase esconde. Mas isto é que me mexe o sistema nervoso... não era mais fácil estarem completamente nuas? Não sei, digo eu, parece-me mais lógico. Outra das coisas que me faz confusão é as ditas cujas ficarem ofendidas se forem confundidas com putas, no entanto nunca dizem "não" quando convidadas para jantar, passear, ir à discoteca, ou até ir de férias (obviamente que tudo pago pelos mesmos), sim porque as gajas nunca pagam nada, nan nan. E não, não as achem espertas, porque não tem nada a ver. Sim, porque estas gajas, são quase tão rodadas como as putas das rotundas. Estas não são as meninas espertas que vivem à custa dos homens, não.. até porque essas muitas vezes até têm dois palmos de cara e inteligência, entre outras coisas. Estas, as gajas, são mesmo do mais rasca que há, são aquelas que nunca irão ter um relacionamento sério (como poderiam?), são aquelas que qualquer homem que tenha achado piada "papá-las" aos 20 anos, aos 30's não só já não lhes acham piada como olham para aquilo como "carne mastigada" ou a "bicicleta da aldeia". Isto depreendendo claro que estes homens com os seus 30 e alguns anitos já procuram outro tipo de pessoas, relações.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
see you soon
Segunda-feira regressei a Lisboa e não podia estar melhor.
Sábado temos um casamento, por isso só lá para segunda, terça, passo por cá ahahah.
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Sábado temos um casamento, por isso só lá para segunda, terça, passo por cá ahahah.
sábado, 25 de agosto de 2012
Ai esse português
Se há coisa que não posso ouvir/ler é mulheres a referirem-se aos namorados ou maridos por "o meu homem". ergggh até se me arrepiam os cabelos. É que ainda por cima grande parte das vezes são aquelas às quais os maridos referem-se como sendo suas esposas, companheiras whatever. Muitas vezes por serem pessoas de extrema educação, outras vezes porque as ditas senhoras não acham elegante dizer "a minha mulher" e os "obrigam" a tal. A questão é, lá porque vulgarmente os homens tratam as esposas por "mulher, a minha mulher" e está tudo bem e faz parte do senso comum, alias até os padres declaram "marido e mulher", isso não significa que fique bonito as mulheres dizerem "o meu homem" erggghhh até me custa escrever isto. A serio, é tão feio, tão deselegante. É por estas e por outras que há muito que se diz que as mulheres estão a perder a feminilidade, e atenção que não falo no aspecto físico, falo essencialmente nos aspectos morais, falo na delicadeza, elegância, no saber estar e falar, no saber cativar e encantar.
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Eu não sei quanto a vocês, mas quando leio "o meu Homem", imagino imediatamente o tipo de mulher que acabou de escrever tal coisa, e a imagem não é nada bonita. Muitos até podem pensar ah e tal isso são preconceitos. Hoje em dia as coisas estão diferentes. Pah, meus amigos, eu também sou do tempo em que a palavra "rabeta" significava "foleiro", mas os meus pais ainda são do tempo em que a palavra "rabeta" significa "homossexual". Eu sei que não tem nada a ver uma coisa com a outra, até porque não estamos a avaliar o significado da expressão mas sim o tipo de pessoa que estamos habituados a ouvir falar nesses termos. A mim sinceramente provoca-me comichão no ouvido, mas se calhar sou eu que tenho que me habituar a andar a coçar-me.
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